quinta-feira, 17 de maio de 2007

P O E S I A




Uma porta ficou semi-aberta...
e no grito de silêncio que
explodiu em meu peito,
Te encontrei...
Quebraram-se as barreiras.
Desnudaram-se as palavras...
Sentimentos livres e urgentes.
Quero gritar,
soltar as amarras.
Lágrimas ao vento,
tornam-se cristais de amor...
Sonhos perdido no tempo,
hoje voltam em palavras esquecidas
pelo anseio da vida por si mesma.
Preciso versar,
matizar nosso amor.
O Sonho acordou,
nas palavras,
no calor,
no momento,
no vento,
e com você,
Minha POESIA...

Izabel Dias
Publicado no Recanto das Letras em 17/05/2007
Código do texto: T490509

2 comentários:

Silvânia Sávia disse...

Poeta e amiga querida...
A cada dia, você escreve melhor e me encanto com suas poesias!
Esta, em especial, é de uma dor de tristeza intensa, porém descrita de uma forma tão lírica, tão apaixonante e bela, que me deixou extasiada...
"Lágrimas ao vento, tornam-se cristais de amor..." Que maravilha, minha poeta! Parabéns!

Tadeu disse...

Na verdade, linda e pura poeta, aqui se trata de uma poesia (viva) falando de outra (virtual), singrando o oceano do imaginário, da beleza cega, para explodir em versos de cristais faiscantes sob a luz de teu próprio esplendor. POESIA é tão mágica quanto tuas incursões em sonhos que me acordam; tem ritmo, movimento e a mistura vários de arco-iris entrelaçados em coloridas passagens de amor, paixão e divindade! Texto de construção e candura irreparáveis!
Que Deus mais te ilumine com outros tantos de santa e angelical inspiração, para nosso deileite...
Beijos..